sábado, 8 de janeiro de 2011

A Igreja perde o grande pastor Dom Manoel Pestana


Muito pesar o Grupo de Estudos Medievalistas – PCM tem pelo falecimento de Dom Manoel Pestana Filho, bispo emérito de Anápolis-GO. Ocorreu neste sábado (dia 08/01),  enquanto passava férias com sua família na cidade de Santos-SP.  Reunimo-nos pela última vez no dia 17 de dezembro, conversamos por 3 horas sobre diversos temas. E como sempre, saímos com algo guardado em nossos corações e em nossas mentes. Era um homem de uma profunda sabedoria, humildade e perseverança e de uma vasta cultura. Aos 82 anos parte para a morada Celestial na certeza do dever cumprido perante a Igreja e a Deus, nosso Pai. Deixa  gravado em  nós uma eterna lembrança, de seu sorriso  de criança.

Os nossos profundos sentimentos de pêsames à família, aos amigos e ao povo da Diocese de Anápolis. 
Dos estudantes de História (UEG):
 
Karinny Pena Pinheiro
Na foto: Daniel, Tobias, Dom Manoel e Karinny.




Tobias Dias Goulão
Daniel Alves Rezende
Pedro Henrique Rosa
André Luiz dos Santos Lourêdo



Requiem aeternam dona ei, Domine: et lux perpetua luceat ei.
Daniel, André, Dom Manoel e Karinny.



Fotografias da última visita que fizemos a Dom Manoel em 17 de dezembro.

Um comentário:

  1. Daniel, é muito triste qdo perdemos alguém que amamos, e ainda hoje comentei com Jorge "Almas Castelo" que postou o perfil desse bispo. Conheci um pouco da vida desse emérito bispo, através da postagem dele. E agora vejo vc ao lado dele. Sinto muito! Daniel, estou seguindo seu blog pelos Rezende. Meu marido era Rezende de Castro e dizia que todo Rezende era parente e que a maioria provinha de Minas. O pai dele era José Rezende de Castro e lá onde morávamos tinha a família dos Pereira que eram parentes do meu sogro. Meu cunhado, andou pesquisando tudo sobre a família Rezende e acabei ganhando o brasão da família Rezende e outro da Família Rezende de Castro. Seremos parentes? Pena que meu marido já faleceu, pq ele adorava ir Para Minas, procurar parentes. Bonito trabalho o seu. Parabéns, Daniel! Um abraço!

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